Brandformance: O fim do “Ou”…

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A barreira que separa quem cresce de quem patina

Estamos em 2026 e precisamos ser francos sobre o cenário atual. Se você olhar para as grandes corporações e para as estruturas de marketing consolidadas, a discussão sobre “Brand ou Performance” já é página virada. Esses players já entenderam que o jogo real é a estratégia da soma, a união das pontas.

No entanto, quando descemos para a trincheira das empresas em crescimento — Startups, PMEs e negócios que buscam escala —, aquela velha dúvida ainda assombra a mesa de reuniões: “Neste trimestre, vamos focar a verba em construção de marca ou em conversão imediata?”

Parece uma cautela financeira, mas é, na verdade, uma armadilha de maturidade.

Enquanto os gigantes operam de forma integrada, muitos negócios em expansão continuam reféns da tirania do “ou”. Acreditam que precisam fazer uma escolha binária: ou encantam, ou vendem. O problema é que o seu consumidor não assinou um contrato dizendo que vai esperar a sua empresa crescer para exigir uma experiência completa.

Se a sua empresa ainda entra em 2026 com essa mentalidade excludente, isso não é apenas um erro tático; é o que está impedindo o seu negócio de dar o próximo salto. O Brandformance chega justamente para fechar esse gap de maturidade, decretando o fim do “ou” e inaugurando a era da soma para quem quer jogar a liga principal.

O custo invisível da separação: quando o negócio vai para um lado e a comunicação para outro

O maior erro que vejo nas empresas em fase de crescimento não está no gerenciador de anúncios ou na escolha do influenciador, mas na desconexão perigosa entre a estratégia de negócio e a estratégia de comunicação.

Muitas vezes, o Business Plan diz: “Queremos ser a autoridade premium do setor e aumentar o LTV (valor do cliente no tempo)”. Mas a execução de comunicação, pressionada pela mentalidade do “ou” e pela urgência do caixa, grita no mercado: “Compre agora com desconto imperdível, é só hoje!”.

Percebe o ruído?

Essa separação cobra um custo invisível, mas altíssimo. Quando a comunicação opera isolada da estratégia de negócio, você acaba queimando caixa para atrair clientes que não veem valor na sua marca, apenas no seu preço. Você vende hoje, mas mata a margem de amanhã.

O Brandformance propõe a estratégia da soma. Ele parte da premissa de que a construção de valor (equity) e a geração de caixa (cash flow) não são departamentos rivais; são os dois pulmões do mesmo negócio. A comunicação deve ser o espelho fiel da estratégia da empresa. Se o objetivo do negócio é longevidade, escala e solidez, a sua comunicação não pode ser míope e focar apenas no clique imediato. Unir as pontas não é opção, é sobrevivência.

Os 3 pilares da mentalidade “E”: como operar na prática

Sair da teoria e colocar a estratégia da soma para rodar exige uma mudança de mindset operacional. Não basta querer; é preciso operar sob três pilares fundamentais que sustentam o Brandformance em 2026:

1. Criativo E Dados (A inteligência a serviço da arte) Acabou a era do “criativo genial que não olha planilha” e do “analista de dados que ignora a estética”. O dado aponta a direção, e o criativo constrói a conexão. Quando somamos os dois, temos anúncios que não apenas performam, mas que constroem memória de marca. O dado valida a arte, e a arte humaniza o dado.

2. Curto E Longo Prazo (O caixa financia o sonho) Essa é a maior tensão das empresas em crescimento. A mentalidade “E” entende que você precisa vender hoje para ter caixa, mas precisa construir marca para ter margem amanhã. A estratégia de Brandformance equilibra os pratos: campanhas de conversão agressiva garantem o presente, enquanto ações de branding garantem que o seu CAC não exploda no futuro. Um financia a existência do outro.

3. Eficiência E Emoção (A razão justifica, a emoção decide) Performance busca eficiência (custo, clique, lead). Branding busca emoção (desejo, identificação, lealdade). O segredo é entender que a emoção é o lubrificante da eficiência. Uma marca que emociona reduz a barreira racional de entrada, fazendo com que a conversão seja mais rápida e barata. Sem emoção, a venda é apenas uma guerra de preço.

Conclusão: Mude a conjunção, mude o resultado

O convite para 2026 é simples, mas transformador: abandone a dúvida que paralisa e abrace a soma que impulsiona. Não divida a sua verba ou a sua atenção como se fossem recursos para departamentos rivais. Multiplique o seu impacto unificando a visão.

A diferença entre os negócios que apenas sobrevivem e os que lideram o mercado não está no tamanho do orçamento, mas na inteligência da integração. Quem soma, cresce. Quem divide, fica pelo caminho.

Se você sente que o seu negócio está pronto para esse próximo nível de maturidade, mas precisa de direção para construir essa estratégia de forma sólida, eu posso te ajudar.

Não deixe mais um ano passar na dúvida do “ou”. Faz sentido para você? me envie uma mensagem e vamos conversar sobre como estruturar o Brandformance no centro do seu crescimento e aprofundar essa visão dentro da sua empresa.

Vamos fazer de 2026 o ano da soma.

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